De pequenino se torce o pepino, ai é o destino!

No tempo em que aconteceu o 25 de abril vivia em Beja, numa rua próxima da sede do PCP. Na minha juventude após a data citada, comecei a ler o “Avante” e um dia até fui à sede do dito partido. Contudo de uma situação de sentido único surgiu um horizonte diferente, e de múltiplas direções. Sempre fui rebelde e escolhi outro grupo de amigos. Os sindicalistas do jornal  A Batalha (1919 — 1927) foi um periódico operário de tendência anarco-sindicalista fundado em 23 de Fevereiro de 1919 que reapareceu com a liberdade do 25 de abril.

Acho que cheguei a ser assinante (uns meses) embora não tenha nenhum exemplar. Com o derrube da ditadura portuguesa, em 25 de abril de 1974, um grupo de velhos militantes anarco-sindicalistas, entre os quais Emídio Santana, um dos autores do atentado falhado, em 1937, contra o ditador Oliveira Salazar, retomaram a sua publicação. O jornal trazia com frequência notícias de antigos militantes que fisicamente nos iam deixando, e o jornal também desapareceu.

 

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Continuo a pensar que o poder corrompe!

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