Hoje, no Sol

O Meu Quintal

Mesmo ao lado de um texto da Rosário Gama.

Haverá um rumo na Educação?

Os primeiros seis meses de Tiago Brandão Rodrigues no ministério da Educação têm revelado alguma pressa em fazer coisas, mas nem sempre com a devida preparação das medidas ou a necessária ponderação das suas consequências. Começando por afirmar que pretendia reforçar uma tendência que considera que “o aluno deve ser o centro das decisões”, o novo ministro tomou algumas boas decisões iniciais, eliminando desnecessários focos de tensão no sector, como o fim da prova de acesso à carreira docente, a suspensão da prova de Inglês feita em parceria com Cambridge, a não continuidade do ensino vocacional no Ensino Básico ou anunciando a substituição da ineficaz Bolsa de Contratação de Escola.

O que se seguiu, em matérias de carácter mais estrutural, revelou, se não alguma impreparação técnica e desabilidade política, no mínimo alguma pressa em fazer depressa…

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