Tédio

Acho notável que alguns professores ironizem ou assobiem para o lado quando um estudo diz algo que só os mais distraídos ainda não alcançaram – os alunos, na sua maioria, não gostam da escola ou das aulas -, em vez de reflectirem maduramente, criticamente, sobre esse fenómeno. As respostas e soluções que os “especialistas” consultados dão nem sempre são as mais acertadas – mas aquela questão de fundo permanece. Repito o que já aqui disse: existe um arreigado preconceito, designadamente em muitos docentes, vindo da nossa tradição judaico-cristã, que liga o trabalho, o estudo, sobretudo ao sofrimento, ao esforço ou à dor… Rui Farpas (no face)

O Meu Quintal

No Público de hoje dá-se a palavra aos alunos para falarem da “catedral do tédio” que pode ser a escola (leia-se “aulas”?). Aguardo que os professores tenham igual oportunidade para discorrer sobre esse tema. Eu tenho uns quantos blocos de pedra que podem contribuir para uma basílica do politicamente incorrecto a esse respeito.

Simpson

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