Paulo Guinote

“Não, desculpem, isso não é descentralizar. Isso é centralizar, fazendo com que o centro
das decisões fique cada vez mais distante dos seus destinatários, que são os alunos. Quer o próprio modelo de gestão escolar, quer a portaria dos contratos de autonomia foram completamente atropelados. As competências das escolas que estão definidas nos contratos de autonomia das escolas que estão nestes concelhos, e em particular as
escolas TEIP, foram completamente desprezadas por estas negociações, porque todas
essas competências vão desaparecer ou vão ser transferidas, na sua larga maioria (não sei se são sessenta, se são setenta, se são oitenta… pois até parece que as matrizes são
diferentes), para as autarquias.
Só há uma coisa de que podemos ter a certeza: as escolas não ganham nenhuma competência nova. E isto não é ser corporativo, mas, ao que parece de acordo com esta lógica, as escolas não fazem nada bem e é necessário esvaziá-las ainda mais da escassa autonomia que tinham.”

 

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