Em carta dura, Costa critica “displicência” de Passos

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O tom não é amigável e o caderno de encargos não é pequeno. Num total de 14 páginas, Costa apresenta a sua agenda para um entendimento político com o PSD e o CDS.

É duro o tom da carta enviada pelo secretário-geral do PS ao presidente do PSD e líder da coligação Portugal à Frente, ainda que cumpra as regras de cortesia de abrir com a saudação nominal do seu interlocutor, bem como a manifestação final de “consideração pessoal”, manuscritas pelo próprio António Costa.

A missiva de seis páginas enviada a Pedro Passos Coelho, sexta-feira ao fim da tarde, é acompanhada de um documento de oito páginas intitulado Pontos essenciais dos objectivos do PS ausentes da proposta feita pela coligação na segunda-feira para servir de base negocial. Nesse documento, que foi preparado por Mário Centeno, os socialistas respondem ao documento da coligação e enumeram uma série de medidas que integravam o seu programa eleitoral e que consideram as suas condições para uma negociação de um acordo de viabilização do Governo PSD-CDS…

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