E se Nuno Crato for o próximo ministro da Educação?

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Melhorias na Educação, só se for do ponto de vista dos patrões da escola privada, que têm recebido mais verbas do Estado. 

Continua a politica maquiavélica de atribuir mais créditos horários (em função de resultados) para apoio às escolas que menos precisam.  Continua a ação musculada de impôr turmas mistas, às vezes com três anos de escolaridade misturados, agora com o máximo de 22 alunos, mas continuam a surgir turmas em desconformidade de forma a poupar um horário. O pesadelo de dois exames no 4º ano de escolaridade, seguidos de mais dois de castigo para os que reprovam vai continuar?

 De resto, fez umas promessa de carácter eleitoral, com promessas de obras em escolas em 2016 e pouco mais.

“Ele implode o Ministério da Educação tornando-o algo muito residual, porque, por vontade dele, passaria tudo para privados e para Câmaras e o Estado demitia-se completamente. Então, vê-se as escolas públicas a terem autorização para menos turmas e a autorização para a abertura de turmas nas privadas a aumentar.” Fátima Inácio Gomes

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