Fim do intervalo de vinte minutos para sonhar

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O título parte de Raul Brandão, “escreveu na parede a lápis: intervalo de vinte minutos para sonhar”. O intervalo da campanha eleitoral acabou, Cavaco apagou com borracha o sonho a lápis. Que a economia estava bem, o emprego prosperando, que as contas públicas e externas estavam controladas. Mas o que era a salvação é afinal uma aflição. Livrámo-nos do último resgate, não nos livrámos do próximo. Acudam!

 

Percebe-se agora por que razão o Presidente da República não quis discursar no 5 de Outubro. Para Cavaco, o dia de reflexão não foi antes, foi depois das eleições. E assim bastaram dois dias para acordar quem quis dormir.

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