A fresta do Pontal, ou eu tinha umas asas brancas

Gosto deste texto!

A Estátua de Sal

(Estátua de Sal, 15/08/2015)

Passos Coelho, Anjo              Passos Coelho, Anjo

Estive a ouvir Portas e Coelho na festa do Pontal, marcando a rentrée política pafiana e fiquei espantado com tanta desvergonha, desplante e mentira. É difícil batê-los no campo da pantominice e do cinismo. Autênticos carteiristas encartados, capazes de roubar o transeunte, ficar-lhe com todo o dinheiro e depois entregar a carteira ao espoliado fazendo-o desfazer-se em agradecimentos por, ao menos, ter escapado ao calvário de ser obrigado a renovar todos os documentos.

Portas mimou o papel do polícia mau. Atacou o PS, acenou com cenários de catástrofe, a bancarrota ao virar da esquina, e pasme-se, com a destruição da Segurança Social por parte do PS, devido à redução da TSU para os trabalhadores. Portas foi uma sobremesa meia indigesta que, mais que dizer que nós somos os melhores, foi dizendo que os outros são piores que nós.

Coelho fez o papel…

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