Nem sempre depois da tempestade se segue a bonança

Era difícil superar Maria de Lurdes Rodrigues na sua campanha de desvalorização dos professores. Nuno Crato consegui-o, consolidando as politicas anteriores, conseguindo tornar ainda mais cansativa e menos recompensada, a tarefa dos docente sob a sua tutela.

A máquina dos exames como o Ministro lhe chama, são professores que sacrificam muito da sua vida pessoal, com horas extraordinárias não pagas, ainda com a agravante que desvirtuam alguns meses de trabalho nas escolas, tornando-as um estaleiro de preparação de exames com prejuízo das outras disciplinas.

Em 21 de Junho de 2011 tomou posse como Ministro da Educação e Ciência com a maioria dos professores do seu lado na esperança de dias melhores. Findo o seu mandato, já nada esconde a simples gestão, o balanço é extremamente negativo. Nem mesmo depois de tantas viagens resolveu os problemas de muitos professores portugueses no estrangeiro.

Nuno Crato deixa para o seu sucessor uma via aberta à municipalização da Escola Pública e ao  fim da monodocência (reorganização de ciclos) que a ter continuidade nada trará de melhor aos professores portugueses.

Ficará na história como um ministro de má memória!

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